Conheça Macau, a Las Vegas asiática que fala português

Compartilhe!

Cassinos luxuosos, construções com arquitetura colonial portuguesa, templos orientais e belos jardins. Macau definitivamente é um lugar único na Ásia. Desde 1999, quando passou a ser uma região administrativa especial da China (assim como Hong Kong), o mercado de jogos floresceu e virou a principal fonte de renda do turismo.
 
Mas a região, que teve quatro séculos de colonização portuguesa, é muito mais do que somente o glamour dos cassinos e atrai interessados em conhecer a rica cultura e história local. O Dubbi, uma rede colaborativa sobre viagens, mostra algumas das atrações desse lugar que é tão longe, mas fala a nossa língua.
 


 

Las Vegas da Ásia

 
Esse rótulo de Macau é verdadeiro. Nas últimas décadas, o local pegou carona em dois fenômenos: a paixão dos asiáticos por jogos e a escalada da economia chinesa. Com isso, as principais redes de cassinos do mundo se instalaram por ali.
 
Em pouco tempo, aliás, Macau superou Las Vegas como o centro de cassinos do mundo. Desde 2006, o volume de dinheiro apostado já é maior do que a da ‘irmã’ norte-americana. E a tendência é essa disparidade aumentar. Em Isso porque novos milionários investimentos estão sendo feitos por lá, como o grandioso Palácio Lisboa, inspirado no Palácio de Versalhes, da França. Esse resort terá cerca de 700 mesas de apostas e três hotéis.
 
O viajante Teiji Tanaka recomenda três cassinos. Para ele, o principal é o The Venetian Macao, irmão gêmeo do The Venetian, que fica em Las Vegas. A decoração é ao estilo de Veneza, e o teto é pintado como se fosse um céu. O Venetian é mais em quase tudo: é o maior cassino do mundo (são 28 mil m² para a diversão), um dos maiores prédios do planeta, com uma das arquiteturas mais impactantes.
 
A segunda indicação é o Galaxy Macau, inaugurado em 2011 e um dos marcos da consolidação de Macau como o point dos jogos de apostas asiáticos. Por último, há o DFS Gallery, que, além de cassino e shopping, ainda abriga a balada mais famosa da cidade, o Club Cubic.
 

Nem luxo nem lixo

 
Macau tem um lado que passa longe da ostentação. Com dezenas de prédios tombados pela Unesco como Patrimônio da Humanidade, é possível visitar a região sem gastar muito e longe do universo das roletas e fichas.
 
O centro histórico reúne grande parte desses locais definidos pela Unesco. Por isso, o viajante Rodrigo Kenji indica a pousada Mong Ha como o ponto de instalação para esse tipo de viagem.
 
Como primeiro lugar a se visitar, ele indica o templo de A-ma, o mais antigo de Macau e considerado o símbolo máximo da cultura chinesa na região. Cada pavilhão do templo é dedicado a uma divindade chinesa e mescla elementos do budismo, confucionismo e taoísmo.
 
O Jardim Lou Lim Loc tem, além da beleza natural, uma forte identidade com os moradores locais. Pertenceu inicialmente a um comendador chinês, mas com o tempo a área foi vendida e ficou abandonada. Atualmente está reconstituído e recebe sessões de Tai Chi Chuan durante as manhãs.
 
Para comer sem gastar muito, a pedida é a ilha Taipa, que tem uma pequena aldeia com restaurantes baratos e é excelente para fazer caminhadas ao ar livre. Só não estranhe a cor marrom da água, pois a baía é muito rica em argila.
 
Conhece outros cassinos e locais históricos imperdíveis? Então comente no Dubbi e inspire viajantes!

Se você gostou deste post deixe o seu comentário ou assine o RSS feed para receber as próximas matérias em seu feed.
Dubbi

Dubbi

caio@dubbi.com.br

Rede social de viajantes para compartilhar dicas de viagens. Acesse www.dubbi.com.br, tire dúvidas e ajude também quem está precisando de ajuda. Venha fazer parte dessa Revolução!

No Comments

Post a Comment